Brasil quebra recordes em ouros e pódios, faz história com dupla feminina
como porta-bandeira e tem frustração no vôlei

Martine Grael e Kahena Kunze (portas bandeira) durante o desfile da delegação brasileira
Pela primeira vez na história dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil teve uma mulher como porta-bandeira. Uma não, duas. Martine Grael e Kahena Kunze foram as representantes brasileiras.

Com grande contribuição da vela, que conquistou nove medalhas, sendo cinco de ouro, duas de pratas e duas de bronze, o Brasil superou o desempenho do Rio 2007 e deixa Lima com recorde de pódios. Enquanto no Brasil foram 157, na capital peruana esse número foi de 171. Ao todo, o país deixa a competição com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes.

deixa lima com 55 ouros, 45 pratas, 71 bronzes e 171 pódios no geral, um novo recorde, superando o Rio 2007, edição que o país conseguiu

Guilherme Costa nos 1.500m da natação estilo livre conquistou o 53º ouro do Brasil em Lima e foi o responsável por quebrar o recorde de medalhas douradas em Jogos Pan-Americanos. Ao todo, o país terminou com 55. A marca anterior pertencia a Toronto 2015.

Bruna Takahashi se tornou a atleta do tênis de mesa que mais vezes subiu ao pódio em uma única edição de Jogos Pan- Americanos: quatro. A jovem de 19 anos foi prata nas duplas mistas e equipe feminina e bronze nas duplas femininas e individual.

O ouro do revezamento masculino 4×100 foi um dos 10 conquistados pelo Time Brasil. O país conseguiu mais nove pratas e 11 bronzes, estabelecendo um novo recorde em Pans, com 30 medalhas. A marca anterior era do Rio 2007 e Toronto 2015, com 26 pódios.

O ouro de Martine Grael e Kahena Kunze na classe RS:X da vela foi o título que faltava para dupla conquistar a tríplice coroa. As velejadoras são campeãs olímpicas no Rio 2016 e mundiais em 2014.