Arrastão em Birigui contra o mosquito Aedes visitou 1.887 residências no último sábado, dia 11 de maio

A Secretaria Municipal de Saúde divulgou nesta terça-feira (14) o número de residências visitadas no último sábado, dia 11, quando ocorreu o primeiro arrastão contra o mosquito Aedes solicitado pelo Governo do Estado de São Paulo.

Segundo o CCVZ (Centro de Controle de Vetores e Zoonoses), órgão da Secretaria de Saúde de Birigui, 1.887 casas foram visitadas. As residências pertencem aos bairros Parque Residencial Pinheiros; Jandaia Residencial Parque 1, 2 e 3; Jardim Planalto; Residencial Prefeito Mário Crêm dos Santos e Residencial Ipê.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo vai pagar para que cerca de mil agentes das prefeituras paulistas atuem aos sábados. A meta é para combater o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, eliminando possíveis criadouros e orientando a população.

Em Birigui, 93 servidores da saúde estarão trabalhando aos sábados. Um segundo arrastão já foi agendado e será realizado no dia 25 de maio. Os bairros que serão visitados serão divulgados em breve.

As ações acontecem das 7h30 às 13h30. Cada agente de saúde receberá do governo estadual R$ 120,00 por sábado trabalhado. Eles fazem o chamado ‘casa a casa’, percorrendo regiões onde o índice de casos de dengue é alto.

“Estamos realizando vistorias domiciliares para eliminação de criadouros e potenciais focos do mosquito, bem como mobilizar a população para evitar novas infestações”, explicou o educador em saúde pública Marco Sanchez, do CCVZ.

De acordo com Sanchez, das 1.887 residências visitadas, foram encontrados 38 objetos com água. Deste número, 22 objetos (recipientes) contavam com larvas do mosquito Aedes.

A Prefeitura de Birigui pede que a população colabore e atenda os agentes de saúde. A administração lembra que todos estão utilizando crachás e uniformes da prefeitura.

De 1º de janeiro até o dia 6 de maio de 2019, Birigui registrou um total de 5.733 notificações, sendo 4.458 casos prováveis de dengue (2.557 casos positivos e 1.901 casos em investigação). Outros 1.275 foram registrados como casos negativos. Dois óbitos por dengue já foram registrados este ano.