Membros da principal torcida organizada do Palmeiras foram até um dos portões do Allianz Parque gritar contra a diretoria, depois do 1 a 1 com o Atlético-MG

A Mancha Alviverde fez um novo protesto após o empate do Palmeiras com o Atlético-MG, em 1 a 1, no Allianz Parque, neste domingo. Um grupo de membros da torcida organizada puxou gritos principalmente contra o presidente Maurício Galiotte e o diretor de futebol Alexandre Mattos, este alvo há algumas semanas.

Houve também ataques ao elenco, chamado de “pipoqueiro” e criticado com “muito dinheiro para pouca obrigação”. O foco, contudo, permaneceu em cima do presidente e do líder do departamento de futebol alviverde. O protesto fez até com que o portão da arena saísse do trilho e foi encerrado a partir da chegada da polícia no local.

Desde a eliminação para o Grêmio na Libertadores, a Mancha defende a demissão de Mattos, posição mantida inclusive depois de uma reunião entre líderes da torcida e o diretor, na Academia de Futebol. No Gol Norte, há sempre torcedores com camisas que formam a mensagem “Fora, Mattos”.

Neste domingo, inclusive, protesto na frente da casa do dirigente, que permanece prestigiado por Maurício Galiotte – o contrato de Alexandre Mattos é válido até o fim de 2021, quando se encerra a gestão do mandatário.

O Palmeiras foi eliminado de todos os campeonatos na temporada e tem apenas o Brasileirão para disputar. O time é o vice-líder depois de 23 rodadas, com 47 pontos, a cinco do Flamengo, primeiro colocado. O próximo duelo será na quarta-feira, contra o Santos, na Vila Belmiro.