Embora ainda forte pelos padrões globais, e dentro da meta fixada pelo governo, foi a expansão mais fraca desde 1990.

Mercado em Pequim, na China — Foto: Jason Lee/Reuters

Mercado em Pequim, na China — Foto: Jason Lee/Reuters

O economia chinesa cresceu em 2019 no ritmo mais baixo em 29 anos, em meio aos impactos da guerra comercial com os Estados Unidos, e mais estímulo é esperado este ano conforme Pequim tenta ampliar o investimento e a demanda.

Apesar da desaceleração, o PIB (Produto Interno Bruto) da China cresceu a uma taxa expressiva de 6,1% em 2019, após avanço de 6,8% em 2018, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas.

Embora ainda forte pelos padrões globais, e dentro da meta fixada pelo governo, foi a expansão mais fraca desde 1990, segundo a agência Reuters.

No 4º trimestre, a taxa de crescimento ficou em 6%, mantendo o mesmo ritmo registrado no 3º trimestre, embora ainda o mais fraco em quase três décadas. E a produção industrial, investimento e vendas no varejo subiram mais do que o esperado em dezembro.

Na comparação trimestral, o crescimento entre outubro e dezembro foi de 1,5%, mesmo ritmo dos três meses anteriores.

Os índices acionários da China fecharam em alta nesta sexta-feira (17) em meio a mais sinais de resiliência na segunda maior economia do mundo, mas registraram queda na semana com realização de lucros após ganhos diante do otimismo com o acordo comercial com os Estados Unidos.

A produção industrial cresceu 6,9% em dezembro sobre o ano anterior, ritmo mais forte em nove meses, enquanto as vendas no varejo avançaram 8,0%. O investimento em ativo fixos subiu 5,4% no ano todo.