Presidente vê Santos perto de meta de patrocinadores

O Santos se vê perto de cumprir a meta prevista no orçamento de 2020 com patrocínios no uniforme e contrato de fornecimento de produtos esportivos: aproximadamente R$ 20,5 milhões por ano.

O Peixe renovou com a Kicaldo e Kodilar nesta semana e possui contrato com Philco, Kicaldo, Casa de Apostas, Unicesumar, Algar e Orthopride para o ano que vem.

Resta o sonhado acordo para o espaço máster do uniforme, visto como próximo pelo presidente José Carlos Peres e demais membros da diretoria.

“Com este contrato anual com Kicaldo para as mangas conseguimos ocupar todos os espaços do uniforme profissional exceto master. Importante recordarmos o início da gestão. O clube tinha apenas dois patrocinadores no profissional: Algar (que foi renovado) e Caixa Econômica Federal (que saiu de todo o mercado de futebol). Nesta gestão conseguimos mais seis patrocinadores oficiais para o uniforme: Philco, Kicaldo, Casa de Apostas, Unicesumar, Orthopride e Kodilar. Seguimos no trabalho de prospecção do máster, mas bem mais próximos de atingirmos a meta orçamentária 2020 na linha patrocínios com estes importantes contratos renovados”, disse o presidente José Carlos Peres.

Uma das conversas ocorre com a Picpay, empresa de pagamentos digitais. O feedback após patrocínio pontual contra Palmeiras e Internacional foi positivo.

“Várias (negociações). Esta (Picpay) é uma delas. Mas o valor precisa estar à altura do clube. Estamos peneirando a melhor”, falou Peres.

O departamento de marketing, chefiado por Marcelo Frazão, ressalta a credibilidade do Alvinegro no mercado.

“Iniciamos a parceria com a Kodilar em novembro de 2018 e com a renovação teremos ao menos 26 meses de relação de patrocínio. Os melhores retornos de investimentos de patrocínios acontecem exatamente em relações duradouras e esse movimento de renovações é um dos nossos principais objetivos para 2020”, afirmou o executivo.

A expectativa do Santos é iniciar o Campeonato Paulista de 2020 com todas as propriedades do uniforme “recheadas”, incluindo o máster, vago desde o fim de 2018, com a saída da Caixa do futebol brasileiro.