Casal retornava de São Paulo após o menino ter passado por uma consulta médica, segundo a polícia; estava na cadeirinha, que foi encontrada no assoalho do carro

Um bebê de 4 meses morreu na madrugada desta quarta-feira (27), após o carro no qual ele era transportado pela família capotar na rodovia Marechal Rondon (SP-300). Segundo a Polícia Militar Rodoviária, a família retornava de São Paulo após a criança passar por consulta médica.

Os policiais relataram à Polícia Civil que por volta das 3h foram acionados para atender acidente de trânsito no quilômetro 325,5 da pista oeste, sentido interior, próximo à entrada da Duratex, em Agudos.

No local a equipe encontrou um GM Vectra com placas Birigui com sinais de choque seguido de capotamento, parado além do acostamento, mas os ocupantes do veículo já haviam sido socorridos pelo resgate da concessionária Rodovia do Tietê.

Ainda no local a polícia foi comunicada que eles haviam sido encaminhados à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Agudos e que o menino veio a óbito antes de dar entrada na unidade.

Viagem

De acordo com a polícia, foi apurado que o carro era conduzido pela mãe do bebê, uma jovem de 21 anos. O companheiro dela, também com 21 anos, também estava no carro. Ainda segundo a polícia, o casal retornava de São Paulo após o menino ter passado por uma consulta médica.

O retorno era para avaliação após cirurgia realizada anteriormente no coração. Existe a possibilidade de a cadeirinha ter se soltado, pois a criança estava no acessório, que foi encontrado no assoalho do veículo, de acordo com a polícia.

Choque

A mãe da criança foi socorrida com lesões aparentemente leves, enquanto o pai não apresentava lesões aparentes. Devido ao profundo estado de choque, segundo a polícia, eles foram medicados e mantidos em observação no hospital.

O local onde ocorreu o capotamento permaneceu preservado pela Polícia Militar Rodoviária para realização de perícia, assim como o veículo. Os pais do bebê devem passar por exame de corpo de delito, enquanto o corpo da criança seria encaminhado para exame necroscópico antes de ser liberado para velório e enterro.
Fonte: Hojemais