As empresas sustentam que não têm dinheiro para honrar compromissos; Paes faz apelo, mas diz que não se abala ‘com pressão’.

Uma paralisação de motoristas interrompe, desde o fim da madrugada desta segunda-feira (1º), os serviços do BRT do Rio. Praticamente todas as estações dos três corredores nem sequer abriram.

Nos pontos atendidos pelos coletivos articulados do BRT, depois de filas enormes, ônibus regulares saem superlotados — com muita gente sem máscara. Guardas municipais tentam em vão organizar o embarque.

Também é grande a procura por vans e por viagens de aplicativo. Outra opção é pegar ônibus executivos, a R$ 17 — quatro vezes mais a tarifa básica do BRT, que é de R$ 4,05.

Mototaxistas cobravam até R$ 30 por um trajeto entre Guaratiba e Barra da Tijuca.

Estágio de atenção
Em função dos impactos na mobilidade, o Centro de Operações Rio informou que a cidade entrou às 6h30 em estágio de atenção — o terceiro em uma escala de cinco níveis, com riscos de ocorrências de alto impacto em diferentes regiões.

Meia hora antes, a cidade tinha entrado no segundo nível, o estágio de mobilização.

Até a última atualização desta reportagem, não havia previsão para o sistema voltar a circular.