Peixe mostra superioridade contra o Vasco durante os 90 minutos da partida de ida da quarta fase da Copa do Brasil, porém vantagem poderia ser maior com um ‘camisa 9’

A Vila Belmiro foi palco, mais uma vez, de um jogo de alta intensidade e cumprimento tático por parte do Santos. A vitória, como foi evidente para qualquer espectador, pareceu uma questão de tempo desde o apito inicial do árbitro. Com inúmeras alternativas, ultrapassagens pelas laterais e espaços dados pelo Vasco, os donos da casa cansaram de criar chances de gol, mas abusaram dos desperdícios, principalmente pela falta de um centroavante.

Falando assim, até parece não ter havido mérito em toda a superioridade santista durante os 90 minutos. Pelo contrário, para o admirador do futebol resta lamentar por tantas chances criadas e perceber que um detalhe poderia transformar muitas delas em gol. Dois foram marcados, um de Rodrygo, concluindo jogada coletiva, e outro de Jean Mota, em bela conclusão.

Soteldo, rápido, liso, com muita habilidade, levou vantagem na maioria dos embates “um contra um” diante dos marcadores vascaínos, talvez tenha feito uma de suas melhores partidas com a camisa do clube. Só que a maioria desses lances não terminaram em gol. Ou faltou alguém na área, ou faltou um companheiro com mais capacidade de concluir.