No dia anterior, moeda fechou a R$ 4,2847, próximo ao recorde de 31 de janeiro.

Cédulas de dólar — Foto: Visual Hunt

Cédulas de dólar — Foto: Visual Hunt

O dólar opera em alta nesta sexta-feira (7), chegando renovar sua máxima recorde histórica acima de R$ 4,30, acompanhando a força da moeda norte-americana no exterior e repercutindo a desaceleração da inflação brasileira.

Às 9h42, a moeda norte-americana subia 0,28%, vendida a R$ 4,2966. Veja mais cotações. Na máxima da sessão, a divisa bateu R$ 4,3006 – maior valor nominal já atingido pela moeda.

No dia anterior, fechou em forte alta de 1,08%, vendida a R$ 4,2847. No ano, acumula alta de 6,86%. O recorde de fechamento, até agora, é de R$ 4,2850, alcançado em 31 de janeiro.

O Banco Central ofertará nesta sexta-feira até 13 mil contratos de swap cambial para rolagem do vencimento abril de 2020.

Mercado de trabalho dos EUA
Os mercados estão à espera do relatório de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA, que deve mostrar que os ganhos de emprego entre abril de 2018 a março de 2019 não foram tão robustos como originalmente estimado.

Dados do mercado de trabalho dos EUA podem indicar que a economia provavelmente continuará crescendo moderadamente, apesar da queda no investimento empresarial.

Qualquer redução forte durante esse período irá sugerir uma significativa desaceleração na criação de vagas este ano.

De acordo com pesquisa da Reuters, a criação de vagas fora do setor agrícola deve chegar a 160 mil em janeiro, provavelmente devido às contratações nos setores de construção e lazer.

Embora isso seja acima dos 145 mil postos de trabalho criados em dezembro, o resultado ficaria abaixo da média mensal de 176 mil em 2019.