No sábado, no Maracanã, time volta a disputar uma final de Libertadores após duas décadas

Não é absurdo dizer que muitos, se não a maioria, dos torcedores do Palmeiras não deram a mínima para o resultado da partida do último domingo, a derrota por 2 a 1 para o Ceará, fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro.

Por mais que o técnico Abel Ferreira se esforce, como se esforçou novamente na entrevista coletiva depois do jogo, para argumentar que jogou, sim, com “máxima força” na capital cearense, todos sabem que não foi o que aconteceu. Nem máxima força nem máxima concentração.

O Palmeiras não fez um jogo de todo ruim, não – sofreu dois gols rapidamente em duas bobeadas individuais e teve bola para, no mínimo, empatar. É inegável e completamente compreensível, porém, que tanto os jogadores que ficaram em São Paulo quanto “quem entrou”, como dizem os boleiros, estão com a cabeça no próximo final de semana.

O final da semana mais importante da história do Palmeiras neste século. No sábado, às 17 horas (de Brasília), o time volta a disputar uma final de Libertadores pela quinta vez na história, pela primeira vez desde o último ano do século anterior. E mais: num clássico, em jogo único, contra o Santos, um de seus maiores rivais. No Maracanã.