Semana de Prevenção e Controle de Leishmaniose Visceral termina sábado, em Birigui

A Prefeitura de Birigui, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, encerra no sábado (13/08) a Semana de Prevenção, Controle e Conscientização sobre Leishmaniose Visceral, no município.

As ações tiveram início na segunda-feira (08/08) com visitas de agentes de saúde nas residências, esclarecimentos sobre a doença que atinge os cães e seres humanos, nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), inquérito canino e sensibilização em escolas públicas estaduais e municipais de Birigui.

Também foi intensificado a realização de inquérito canino nos bairros Margareth Vargas, Portal da Pérola I e II, Parque Dom Pedro e Parque do Portal, nos quais a chefe de Divisão da Vigilância, disse ter casos suspeitos da doença.

Os trabalhos desenvolvidos são parte Semana Municipal de Controle e Combate à Leishmaniose, instituída pela lei 6.526/2018, e a Semana Estadual de Prevenção da Leishmaniose.

DOENÇA

A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia e outras manifestações.

É transmitida ao homem somente pela picada do inseto vetor infectado, o Lutzomyia longipalpis, mais conhecido como mosquito-palha ou birigui.

Conforme a Vigilância Epidemiológica, de 1º de janeiro a 11 de agosto deste ano, foram realizadas 11 notificações de pacientes de Birigui com sintomas. Deste total, uma pessoa foi diagnosticada com leishmaniose, nove deram resultado negativo para a doença e um aguarda resultado. A cidade segue sem óbito este ano.

Apesar de grave, a doença tem tratamento, que é oferecido gratuitamente na rede municipal de saúde.

Já nos cães os sintomas são: crescimento das unhas, queda dos pelos, feridas na pele, secreção ocular, emagrecimento e perda do apetite.

PREVENÇÃO

A Secretaria de Saúde de Birigui promove durante todo o ano ações de prevenção ao mosquito, por meio do trabalho de orientação da população em não manter matéria orgânica em decomposição nos quintais das casas, ambiente propício para o desenvolvimento do inseto, e sobre posse responsável.

Promove, também, ações de controle, como testes rápidos em cães, seguindo o plano de manejo e controle da leishmaniose.

Em caso de dúvidas, a recomendação é que o munícipe entre em contato com a Divisão de Vigilância e Controle de Vetores, que atende pelos telefones: 3643-6233 (ramal 230), das 7h30 às 13h30.